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Monday, August 09, 2004

AMIGA GOSTOSA

Num dia desses eu estava no computador sem fazer nada quando em meu msn aparece uma autorização de uma garota.Aceitei, pois adoro papear.Logo de cara notei que era uma garota linda, mesmo eu não sendo lésbica.Conversamos muito e descobri que morávamos na mesmo bairro. Eu em uma atitude imatura, dei meu endereço e logo depois sai na rede.Meia hora depois, tocam a campainha, quando fui ver, era a tal menina.Sem graça eu a convidei para entrar.Mas como não esperava, nem notei que o computador estava com uma foto aberta. Foto de sexo, bem gostoso...Ela começou a olhar para o monitor e a dizer...Uma pena mesmo só ficar vendo essas coisas.Depois de muita conversa e bagunças na internet, Renata me pediu para olhar uns sites de mulheres. Eu nem liguei.Só que ela começou a se contorcer... Eu fingia que nem via, maslentamente ela começou a passar a mão na minha perna.Comecei uma coisa estranha, um arrepio e rapidamente mudei de posição.Então ela se levantou, empurrou a cadeira e me deixou sem saída, no canto da sala. Começou a colocar a mão embaixo da minha saia e a me olhar com uma cara de vagabunda...Nisso comecei a sentir que minha boceta pulsava, pulsava muito e mesmo com meus pudores, estava louca para que ela me masturbasse.Fiquei maluca e sem pensar sentei no chão, abri minhas pernas, coloquei a calcinha para baixo e pedi para que ela passasse a mão em mim.
Ela se deitou e me beijou a buceta. Cadabeijo que me deixa sem ar, eu fiquei sem reação.Eu apertava meus seios que estavam com os biquinhos durinhos, ela chupava com tanta força que eu me sentia tão molhada...
Não agüentando mais de tanto tesão peguei Silvia pelos cabelos e a deitei ela no carpete da sala, abaixei seu top eu comecei a sugar aqueles seios rosadinhos, em seguida ela se levantou, tirou toda a roupa.Peladinha sobre meu rosto formando um 69, ela começou a chupar minha xota com tanta força que parecia que ia arrancar fora, eu gemia e gritava muito, enquanto eu chupava a buceta dela que decia um suco quente e gostoso, nesse momento eu já havia gozado duas vezes.
Mas ela disse que tinha mais! Tirou de dentro da bolsa um consolo de uns 18 cm, me penetrou com ele bem devagar, me fazendo ir a loucura.Lambia meu clitóris e enfiava todo o consolo ao mesmo tempo... Quando eu gozava ela sugava todo meu suquinho. Ele se deitava no sofá e pedia em voz alta para que eu a penetrasse.Mas agora com uma cinta.Ela a colocou em mim e como um homem eu a comi de quatro e de tudo quanto é jeito.Ao mesmo tempo ela colocava o consolo no cu e gritava.Passamos a noite inteira assim... e eu gozava tanto... que nem vou conseguir terminar esse conto.Entendeu não?


Monday, July 19, 2004

ESTE É UM CONTO PORTUGUÊS QUE EU ACHEI NA INTERNET


Chegou a vez, finalmente, de tirarmos as nossas férias e, tal como vem sucedendo nos últimos três anos, nada tinhamos programado para esta altura. Este facto deve-se à nossa actividade profissional que não nos permite, por nunca sabermos quando poderemos libertar-nos das nossas responsabilidades, fazer planos a longo prazo, optando assim por um formato de férias que poderá parecer um pouco estranho a muitos mas que a nós tem propiciado momentos lúdicos deveras fantásticos. O formato nada mais é que "andar sem rumo, hora de chegada ou partida ou local estipulado, vivendo e aproveitando ao máximo o que o dia-a-dia nos propicia".

Neste ano, o da história em causa e numa manhã quente dos princípios de Agosto, mais uma vez saimos de casa com destino a rumo incerto e demos por nós numa determinda região do norte do país. Ficamos encantados com a sua beleza natural, com a alegria com que as pessoas pareciam andar pelas ruas e pela forma como os turistas estrangeiros pareciam estarem integrados com uma população que para eles deveria ser estranha. Sentados numa esplanada existente na praça principal e saboreando um delicioso sumo de frutas naturais, observavamos todos estes pormenores e, quase num sincronismo perfeito, dissemos um para o outro - vamos ficar aqui por uns dois ou três dias? Não tinha passado umas duas horas e já estavamos com o alojamento resolvido e um banho refrescante tomado.

Passeamos um pouco admirando toda aquela alegria e educação existente nas pessoas, o primor com que tudo era tratado, desde as ruas aos monumentos e jardins, a forma como decoravam os estabelecimentos que, diga-se de passagem, onde eu perdi imenso tempo .. lol, acabando já tarde por pararmos num restaurante para jantarmos. Tambem aqui tudo estava decorado com gosto, com um pessoal muito atencioso e a refeição, um vinho e prato típico da região, sabia-nos pela vida, facto que nos levou a sairmos do restaurante, bem comidos e regados, só por volta das 24h. Nós nem queriamos acreditar quando olhamos para o relógio, tendo o Berto (meu marido) exclamado para mim em tom de admiração - "Mena o dia não andou, evaporou-se".

Com o pensamento na cabeça que um dia de férias já se tinha ido, davamos uma volta para ajudar a digestão quando descobrimos um bar aparentando ter bom ambiente e de imediato entramos. Novamente aqui tambem as pessoas brincavam e conviviam como se todas fossem conhecidas e, num canto sobre uma pequena pista de dança, apesar do calor, muitos dançavam as músicas de ritmos latinos. O clima que se respirava era propício e o próprio Berto, não muito dado à dança, passados poucos minutos ensaiava uns movimentos, embora muito ténues, ao som dos tais ritmos.

Havia entrado um casal, aparentando andarem na casa dos trinta anos, que desde logo despertou a nossa curiosidade por diversas circunstâncias. Eles entraram, instalaram-se e alegres, sempre brincando um com o outro, dirigiram-se ao bar onde trouxeram um whisky (ele) e um batido qualquer (ela) que do local onde nos encontravamos não dava para identificar. Sempre que podiam e tomando todas as precauções, com muito discrição, trocavam carícias um tanto ou quanto atrevidas para o que seria normal, divertindo-se com o facto. Achei imensa graça e chamei a atenção do Berto para o tal casal. Agora, ambos e disfarçando o necessário para eles não descobrirem que os observavamos, iamos olhando e divertindo-nos com o desenrolar desses acontecimentos.

Ele aproximadamente com 1,65m de altura, vestia umas calças claras, sapatos leves de pele fina e uma camisa branca, fina e desabotoada até ao peito. Ela um nada mais baixa que ele, trazia um vestido de tecido muito fino e padrão bonito, semitransparente e seguro no pescoço por uma alça em formato de fio, sem costas e mangas, de decote em bico bastante acentuado, aberto num dos lados até meio da coxa. O feitio daquele vestido acentuava-lhe as linhas do peito sem soutien, bem firme e apesar de não muito grande, adivinhava-se belo. Quando caminhava o tecido deixava ainda, embora não nitidamente, ver desenhadas umas calcinhas tipo fio-dental, terminando o conjunto nuns sapatos de salto e em pele mas leves, que se ajustavam na perfeição ao conjunto. Era daqueles vestidos que, apesar de não deixar ver nada, deixa subentender o corpo de quem o veste revestindo-o duma sensualidade irresistível para quem olha. Resumindo, com a apresentação descrita, somando a simpatia que deixavam antever e ainda a forma de brincar em que se encontravam, facilmente será compreensível a qualquer um o porquê de todo o nosso interesse.

Voltando ao jogo amoroso do dito casal e à nossa observação. Ao vermos que eles estavam naquilo à uma boa meia hora, passamos a analisar se eles não seriam estrangeiros, fora da região ou ainda uns exibicionistas. Ao verificarmos os cuidados extremos que ambos colocavam em cada gesto efectuado, de forma a não ser perceptível por ninguém, vimos que de exibicionistas nada tinham, bem pelo contrário, deixando-nos o facto ainda mais curiosos. Berto disse-me a determinada altura que deveriam ser um parzinho de namorados bastante enamorados e que, por aquele andar, não iriam estar no bar muito mais tempo... LOL. No entanto algo me dizia que não, aquelas carícias, a forma como eram trocadas, o à-vontade dos dois em as trocar e, principalmente, a forma madura e precisa de todos os seus movimentos, nada tinha a ver com um par de namorados e fiz ver isso ao meu marido. Berto dizia que eu, motivo das férias, estava a ver tudo cor-de-rosa e apostou comigo em como tinha razão, hesitei mas acabei por aceitar a aposta dele, faltava agora provar a minha teoria e, quer por orgulho quer porque não estava para pagar o prémio da aposta, tinha de arranjar um meio de obter essa prova (não vou dizer qual a aposta, apenas que eu teria de arranjar um processo qualquer de o pagar ali mesmo, ficando o restante para imaginação de quem ler este texto...LOL).

O meu coração deu um salto quando o casal se levantou passados poucos minutos após fazermos a aposta. Queres ver que o Berto tem razão?!!!... Pensei eu... mas não, para meu alívio dirigiram-se à pista e, em movimentos muito sensuais mas isentos de qualquer crítica, começaram a dançar. Vi aqui que eu só podia ter razão, eram sabidos de mais para serem namorados e comecei a brincar com o Berto sobre a sua aposta, dizendo-lhe que não percebia nada de mulheres .. LOL, ele por trás de mim, apertava-me pela cintura e dava-me pequenas mordidelas nas orelhas (o meu marido tem destas coisas às vezes, não liguem .. LOL... ver aquele casalito estava-lhe fazendo mal, continuando a narrativa...), a determinada altura vejo que o DJ fazia sinais para a pista e, vendo quais os destinários, viro-me para o Berto e digo-lhe: "Tás a ver? um ponto já está provado, não são de fora e até são conhecidos da casa". Os sinais eram a perguntar ao nosso casal se estavam bem e a gostar do ambiente, colhendo como resposta por parte dela um torcer de nariz, que a música não era a dela e que estava zangado com ele, tudo isto sempre em tom de brincadeira. O DJ rindo mostra-lhe dois dedos, como a dizer para esperar dois segundos e, acho que nem esse tempo tinha passado, quando começaram a surgir músicas ainda mais sensuais. Para espanto meu (meu marido de olhos mais abertos que nunca... LOL), a primeira música foi uma muito conhecida de strip tease cantada por Joe Cocker, eu nem queria acreditar!!... afinal aquela é que era a música dela?!!... Mas não pensem porém que o meu espanto era de recriminação, era antes de satisfação ao poder analisar que aquele casal tinha tudo o que sempre gostei de ver nos casais: Alegria, simpatia, muito brincalhões e, pelos actos anteriores, amorosos, apaixonados e discretos.

Dançaram aquela música com o DJ nas gargalhadas virado para eles e os seus movimentos, para quem os soubesse interpretar e observar, tinham tudo menos inocência. Nesta altura já nós nos tinhamos aproximado o bastante da pista afim de melhor observar, agora já sem disfarçar, quer o casalinho quer os restantes dançarinos. Comecei por me sacudir ao som do ritmo divertida com tudo aquilo quando a determinada altura vejo que ele segreda algo no ouvido da companheira ao que ela responde com uma sonora gargalhada (não ouvi, mas pelo que vi adivinho o que foi dito... LOL) e afasta-se em direcção ao bar. Pelo canto do olho observo que ele estava falando ao ouvido duma simpática empregada do balcão, ao que me pareceu cumprimentando esta e pedindo qualquer bebida. Era a minha oportunidade para comprovar os restantes pontos da minha teoria e ganhar assim a aposta. O plano para abordar aquele homem ficou traçado em milésimas de segundo e estava-me a preparar para me dirigir tambem ao bar quando vejo algo que me fez parar. Apesar do companheiro ter-se afastado, ela tinha continuado a dançar e esticando o braço, agarrou o Berto pelo braço puxando-o para a pista e obrigando-o a dançar com ela nos mesmos movimentos em que estava à pouco com o companheiro. Isto foi tão rápido que o pobre do meu marido ainda não refeito da surpresa, estava com uma cara que me causou umas boas gargalhadas. Vendo do que me ria ela pergunta-me por gestos se eu levava a mal, respondendo-lhe pelo mesmo processo para nem pensar em tal coisa e que até me estava a divertir com a situação em que tinha colocado o coitado do meu homem. O Berto é que não se sentia lá muito confortável com a situação e, sempre que podia, direccionava os olhos para o bar tentando descobrir onde se encontrava o companheiro daquela mulher, podendo eu analisar o quanto ele estava preocupado com a chegada do mesmo.

Esta situação de tão cómica que estava, apesar das minhas tentativas, obrigou mais uma vez a que me soltasse em gargalhadas e quantos mais sinais o meu marido fazia para me controlar mais eu me ria, com a actual companheira de dança dele, muito divertida tambem com a situação, provocava-o ainda mais. Era um quadro que só vivido, não dando para explicar... LOL. Ela já me tinha feito sinal que apenas se estava a divertir e que não haveria nenhum problema por parte do seu companheiro, mas como me estava a divertir com toda esta situação, nada disse ao Berto e deixei-o continuar na dúvida.

Com tudo isto não dei pela aproximação do elemento faltante e, quando por acaso olho para o lado, vejo ao meu lado de whisky na mão e tambem na risota, olhando para a companheira, o até então ausente elemento. Berto ao ver que ele se divertia tambem, fica mais aliviado e entrega-se à brincadeira. Não nego que fiquei feliz por aquela simples brincadeira estar-nos a aproximar daquele casal e mais feliz fiquei quando ele, do meu lado, me dirige a palavra dizendo:
- Vejo que a Tucha já fez mais uma partidita das dela, não levem a mal a minha senhora, é que nós somos por natureza pessoas bastante alegres e ela adora conviver e brincar... que falta de educação a minha, chamo-me António, conhecido pelos amigos por Tó".

Respondo-lhe que nada se passou que nos ofendido e que nós próprios nos estavamos a divertir. Chamava-me Filomena mas podia tratar-me por Mena e o meu marido chamava-se Alberto, que estavamos de férias e tinhamos chegado como turistas nesta região do país hoje mesmo. Enquanto esta breve conversa durava, uma coisa que ele havia dito martelava a minha cabeça - "a minha senhora" - afinal eles eram mesmo casados?!!... Ai Berto, Berto ... LOL. Ganhei coragem e faço-lhe a pergunta muito directamente obtendo a resposta que queria ouvir - Sim, somos casados já à 12 anos e riu-se. Porquê a pergunta?

Tentando compor um pouco a resposta (não lhe ia contar a verdade...), peço-lhe para me tratar por "tu" e disse-lhe que já algum tempo os observavamos devido à forma alegre como se divertiam, aparentando serem bastante simpáticos e que por isso, enquanto o Berto dizia que eles deveriam ser um casal de namorados, ela estava convicta que não. Ele riu-se novamente e retorquiu:
- Mas de facto somos mesmo casados há já onze anos... mas também namorados, rindo-se.
- Onze anos?!... Olha Tó que não parece, posso perguntar-te a idade? Gostei dessa dos namorados, LOL.
- Claro, não temos quer eu quer a Tucha esse tipo de complexos. Eu tenho 38 e a Tucha 34.

Fiquei admirada, ainda conseguiam ser mais velhos que nós, apesar de aparentar precisamente o contrário.
- Tó, tás a brincar comigo, não é verdade?
- Não, não estou, é mesmo verdade. Agora fiquei curioso, porquê a dúvida?
- É que não aparentam e inclusivamente conseguem ter mais idade que nós. Junto de vocês estamos acabados.
- Xiiiii... que exagero, eu dou-lhes mais ou menos a minha idade - retorquiu o Tó - e creiam que a idade das pessoas não está no BI mas sim na mentalidde.
Bem, perante tal simpatia lá consegui balbuciar a minha idade... eu tenho 33 anos e o Berto tem 36. De facto acertaste logo à primeira.

Com esta pequena conversa ele tinha já terminou o seu whisky e, pegando-me pela mão, diz que tinha chegado agora a nossa vez tambem de dançar, levando-me para a pista. Não me fiz de rogada e avançamos juntos até ficarmos ao lado dos nossos conjugues. Vejo que a Tucha sorria Feliz e movimentava-se com a sensualidade que à pouco tinha observado e, claro está, o Berto não se estava importando nadinha com a situação, vendo-lhe inclusivamente um sorriso que quase lhe chegava de orelha a orelha. Estavam a tirar proveito da dança aqueles malandros, pensei eu, isso levou-me a entregar ainda mais ao ritmo da música e ver no que aquilo iria dar. Passado poucos segundos, estavamos também os dois a tirar mais que o proveito da dança e sentia a excitação que o Tó se encontrava. Claro que me aproveitei-me disso, para quê negar? Mas se ele estava, melhor eu não me encontrava, ele sabia-o e usava esse conhecimento com sabedoria. Acho (não tenho a certeza) que cheguei a soltar um gemido no ombro dele... :))

Estavamos dançando à bom tempinho quando ao ouvido me diz que já não aguentava mais (não explicou porquê... LOL) e pergunta-me se me importava de nos sentarmos um pouco. Respondo que não, antes pelo contrário e que também eu não estava nada famosa. Só medi estas minhas palavras uns segundos depois, quando nos afastavamos da pista em direcção a uma mesa ali perto e corei. Bolas, pensei enquanto caminhava, conheci o casal agora, nada sei deles e eu a pensar que, só por eles se terem mostrado simpáticos e termos dançado daquela forma, só por isso eles já são como nós. Que ideia terá este homem agora a nosso respeito, depois do que disse? Ou inclusivamente, se por mero acaso descobre que somos swingers? Saberá ele o que isso é?

Fui-o seguindo um pouco envergonhada e sentei-me na cadeira ao lado dele. Atencioso pergunta-me o que desejava pois ia ao bar buscar para os dois. Respondo que não seria ele a ir mas sim eu pois queria ter o prazer de oferecer um copo às pessoas que estavam a ter papel preponderante em que a primeira noite naquela região fosse fantástica. Mais uma vez vejo que meti o pé na argola e olhando para mim diz muito pausadamente - "Na minha terra, um cavalheiro sente prazer em oferecer um copo à senhora que o acompanha e isto sem qualquer ponta de machismo da minha parte, acredita. Se estão gostando da companhia, nós também estamos" - perante isto anui e acompanhei-o. Dirige-se à mesma empregada que à pouco o havia atendido e perguntando o que eu desejava, chama pelo nome dela e pede-lhe as nossas bebidas. Mais uma vez comprovo serem conhecidos da casa, quer pela forma atenciosa e simpática com que fomos atendidos, quer pelo facto de a ter chamado pelo nome e esta respondido com um sorriso". De volta à mesa, olhei para ele tentando sondar o efeito das minhas palavras à instantes, mas nada, ele não deu sinais de achado. Ficamos sentados olhando e rindo para os nossos companheiros que ainda estavam dançando.

Fomos conversando de temas bem banais até que acabamos falando de nós próprios, dos nossos defeitos e virtudes, daquilo que mais detestavamos e adoravamos nos outros, ficando assim a conhecermo-nos melhor, quais as nossas personalidades e caracter, quem eramos e de onde eramos. Se a conclusão que tirei sobre este casal e nesta conversa, corresponder à realidade, eles são pessoas que todos desejariam ter por amigos pois aparentavam uma integridade anormal para os dias que correm (pensei eu).

Quanto mais avançavamos no nosso diálogo mais eu gostava destas pessoas e, absorvida que estava neste pensamento, não dei conta que o silencio havia-se instalado na nossa mesa. Enceto novamente a conversa mas desta vez, já mais à vontade e mais liberta, opto pela via do brincar - Os nossos acompanhantes nem querem saber de nós, já viste Tó? - Rindo, olha para mim respondendo:
- Pois claro, nem admira, já olhaste bem para a cara deles? Se acompanhares os movimentos talvez te apercebas - e solta uma sonora gargalhada.
Mau, pensei eu... que raio está ele a ver que eu não vejo? Olhei ainda com mais atenção e, passado pouquíssimio tempo, entendi o que ele queria dizer. Agora sim fiquei completamente baralhada. Afinal este casal estava a revelar algo que a mim nem por sombras passaria pela cabeça... será?! ... Seria bom demais...

Quando fui atrás do dito do Tó e olhei com mais atenção para os dois dançarinos, conclui que Tucha e Berto estava no chamado "pontinho" e, para um olhar experiente como o nosso, isso era perceptivel. Falavam por vezes ao ouvido um do outro e, por muito esforço que eu fizesse, não conseguia subentender o quê. Mas que estavam a adorar, pela cara de felicidade que demonstravam, disso tinha a certeza que sim. Novamente sou assaltada pelo característico sexto sentido feminino e começo a criar nova teoria a respeito deles.

Finalmente os nosso companheiros cansaram-se e decidiram vir para junto de nós. Novas apresentações e beijinhos e, à pergunta deles sobre do que falavamos, exposemos resumidamente quais os temas. Berto a determinada altura, olhando o Tó, pergunta se não tinha ficado zangado por ter estado a dançar com a Tucha tanto tempo. Tó nem teve tempo de responder, a Tucha respondendo por ele afirmava que poderia ficar descansado que, caso o marido estivesse de alguma forma zangado, já o teria demonstrado pois era muito directo e franco com as pessoas. A forma e a espontaneidade que ela empregou para dizer isto provoca o riso de todos, o que só vinha demonstrar que, tal como ele, era também uma pessoa simples, acessível e simpática no convívio. Estavamo-nos a dar tão bem que nem demos pelas horas passar, quanto mais progrediamos na conversa mais analisava existir empatia entre os quatro e que correspondiam exactamente aquilo que sempre tentamos encontrar num casal amigo. Eu disse amigo pois que, para além de eu e o Berto sermos swingers, estimamos acima de tudo uma boa e sadia amizade.

A determinada altura, quando abordavamos um tema que agora não consigo lembrar, dentro do mesmo contexto solto um elogio ao vestido da Tucha, esta agradecendo olha-me e responde soltando uma gargalhada:
- Sabes Mena, o Tó é que o adora muito, não consegue estar quieto com as mauzinhas e tem sempre de as colocar onde muitas vezes não é aconselhavel.
Pelo movimento brusco do Tó, só agora nos apercebemos onde ele andava com a dita mauzinha... LOL... ele mesmo sentado ao meu lado e eu nem me tinha apercebido do que se estava a passar!... Ao ver que tinha sido descoberto, Tó sorrindo diz que não conseguia estar quieto, aquela racha lateral que Tucha tinha no vestido mais o facto de ser doido pela mulher, era demais para as forças dele. Tucha a este comentário do Tó responde, sempre brincando, que quem aguentava depois era ela pois tinha de fazer um grande esforço para se controlar de forma a não ser perceptivel por ninguem.

Todos nos rimos com vontade perante tal saída dos dois e, deitando mais achas no fogo, digo que o Tó me fazia lembrar alguém, os homens eram todos iguais, não podiam ver nada de mãos quietas. Novas gargalhadas se sairam.

Este diálogo agora lembrou-me novamente aquilo que o meu sexto sentido à pouco me tentava dizer. Será?!... Ora bem... comecei eu a somar os factos, a minha dança com o Tó e a forma como esta decorreu, o dançar da Tucha com o Berto em que ambos se aproveitaram bem, o à-vontade com que todos falavamos mais os restantes factos, só podia ser, eu tinha que estar mesmo certa na minha conclusão. Ensaiando um movimento despropositado acaricio a nuca do Tó e digo-lhe rindo carinhosamente - Vocês saíram-me melhores que a encomenda. Foi talvez este meu acto, nunca tive a certeza, que deu incentivo ao Tó de dizer o que disse, mas finalmente ouvi aquilo que à muito desejava saber e que me deixou radiante:
- Bem, vamos lá colocar as cartas na mesa... nós somos um casal swinger. Pensamos, se as minhas conclusões a vosso respeito não estiverem erradas, que também o são. No entanto e caso não sejam, espero que o facto de o sermos não seja impeditivo de sermos pelo menos amigos e guardem disso o sigilo adequado. Olhava-nos agora atentamente.

Tucha tinha parado de sorrir e olhava para nós e para o Tó. Esta reacção do marido tinha-a apanhado desprevenida e isso era bem patente na cara dela. Eu, como não podia deixar de ser, abria agora um sorriso de orelha a orelha e Berto, em resposta ao Tó, afrma que de facto ele tinha razão, que não se havia enganado e que também já tinha chegado a essa mesma conclusão, faltava-lhe era a coragem para o dizer.

Notou-se, após a mútua confissão, como que um desanuviamento da cabeça de todos e, agora sim, sentiamo-nos como que nos conhecessemos à inúmeros anos.

Resolvemos sair do bar e dar uma volta respirando o ar daquela manhã pela marginal sem vivalma. Quando nos apercebemos, sem nos darmos conta e facto este confirmado posteriormente pelos quatro, estavamos de parceiros trocados e tirando mais que proveito aquele passeio. Tucha delirava com as carícias do meu marido e soltava gemidos que abafava no peito dele, correspondendo-lhe também. Eu, humedecida todo o resto da noite, delirava a cada carícia do Tó e também já não escondia os gemidos que ia soltando. Sei que acabamos os quatro num café, ainda muito excitados e já com o dia a nascer, tomando o pequeno almoço e marcando encontro para a próxima noitada. Embora não tivesse existido sexo propriamente dito entre nós naquela noite, ela tinha sido memorável. O clima vivido, o passeio, os cuidados que empregamos para não sermos pelas outras pessoas descobertos quando dançavamos no bar, o facto de não estarmos à espera de encontrarmos um casal tão simpático a isso ajudou.

A essa noite seguiram-se outras noites e dias. Mudamos inclusivamente o nosso alojamento para outro bem melhor, local que eles já conheciam, ficando lá os quatro. Os dois ou três dias que eramos para ficar naquela região transformaram-se em quinze dias de férias mais bem passados que até hoje tivemos. Passeamos tudo o que podemos e, confessamos, aproveitavamos todas as oportunidades que nos surgiam para nos entregarmos a momentos únicos de prazer, mas que podiamos também fazer?!... Aquelas paisagens verdes, aqueles pinhais e aquelas praias incentivavam-nos a isso mesmo... :)) Atrevo-me mesmo a dizer que nenhum dos quatro tinha passado tanto tempo despido... :))

Foi com pena que nos despedimos ao fim das férias mas, em compensação, conhecemos um casal cuja amizade ficou de raízes sólidas e, como ainda hoje dura, aproveitamos todas as oportunidades para nos reunirmos, eles cá ou nós lá. Sabemos que eles são pessoas queridas de muitos outros casais, nunca nos indicaram quem, mas podemos observar e eles também nunca nos esconderam isso, mas sempre nos estimaram, sempre nos corresponderam com a mesma sinceridade e amizade. Quando estamos juntos é uma festa continuada, momentos lúdicos de alegria e prazer onde a mais pequena fantasia é sempre por nós realizada. É precisamente por isso que estamos anciosos pelas nossas próximas férias juntos!

Thursday, July 15, 2004

DO QUE AS MULHERES GOSTAM!
 
Todo mundo quer saber. Os homens principalmente.
Foi por causa deste blog que resolvi fazer este.
Adoro os testos da Jenna Hornson, ela fala mesmo e ponto final.
 
Mas o que leva um homem (se é que ele é um ou tem um pênis) a escrever um comentário desse:
 
Como as mulheres se rebaixão, e são fofoqueira, fazem um site só para falar mau de homem, sendo o que vc's mais quer e um bem grosso.
 
ANTES DE QUALQUER COISA AMIGO: MULHERES GOSTAM DE HOMENS QUE SABEM ESCREVER O BOM PORTUGUÊS!
 
Obrigada meninas.

Há algumas semanas notei que a internet está cheia de sites, blogs e fotos eróticas. Fiquei curiosa com toda esta novidade e tomei coragem para escrever minhas vontades e meus feitos. Não serão só contos meus aqui. Como disse antes, enjoy!

NO ESCRITÓRIO!

Ontem em frente a minha casa naqueles amassos de namorados começamos a ter uma vontade imensa de transar. A princípio pensei em correr para um canto escuro e seguro. Demos várias voltas pelo bairro mas foi tudo em vão. Fiquei um pouco desapontada e fui dormir pensando em mil coisas loucas, uma delas era me vingar de meu namorado pois o babaca não quis me comer.

Ao acordar tive uma idéia. Já que trabalho por conta somente com mais um funcionário (que por sinal é a lealdade em pessoa), resolvi propor uma missão secreta ao meu capataz, risos.
Liguei para ele pedindo que não fosse almoçar no horário de sempre e que ficasse no escritório para colocarmos umas pendências em dia. Enquanto não chegava a hora, me troquei e coloquei uma blusa bem decotada e uma saia sem calcinha. O tesão ja escorria entre minhas pernas. Pensava em ir atrás dele, mas me segurei para não estragar tudo. Quando me dei conta, já me masturbava ansiosa pelo momento.

Quando ele chegou e me olhou, notei que ele havia ficado um pouco assustado e pediu para ir tomar um copo de água. Eu peguei a garrafa, o servi e comecei a tomar alguns goles. Depois joguei um pouco de água dentro de sua camisa e disse que era para refrescar. Puxei-o para perto de mim, envolvi minhas pernas nele e falei todas as sacanagens que podia.
Nisso ele abriu a calça e encostou seu pau em mim. Coloquei sua mão na minha bucetinha molhada, ele não se conteve e me colocou no chão na mesma hora.
Me beijava lá ardentemente ao mesmo tempo que enfiava os dedos.Tirou a minha blusa com uma vontade louca de me ver nua.Mordiscou cada seio, lambendo e sugando. Eu gemia feito uma puta.
Pedi para que me penetrasse. Mal colocou seu pinto em mim e já fazia movimentos alucinados, fortes e intensos. Comecei a gemer alto com os palavrões que ele me chamava. Gritei muito, mais ainda quando ele me colocou de quatro em cima da mesa de reuniao colocando devagarinho e me dizendo: Tu gosta não, vagabunda. Foi pondo bem devagarinho, ate chegar as estocadas fortes que me faziam gemer cada vez mais.

De vez em quando ele parava e enfiava o dedo no meu cuzinho e me pedia para rebolar... devagarinho. Me sentia uma puta dando naquele local e em todos os cantos do escritório. Quando eu achei que já havia acabado, ele me colocou sentada em uma outra mesa e me comeu mais um pouquinho. Gozei inúmeras vezes. Ele gozou na minha cara.

Depois fomos almoçar. Agora vou começar a dar mais tarefas a esse rapaz. Digam se ele não é eficiente?

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Bella
Mulher
Louca
Pervertida
Apaixonada

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Amor
Sexo
Sacanagem

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Mais e mais


Gente transada!


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.:: Conte-me tudo! ::.>
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